domingo, 8 de junho de 2014

O OLHO HUMANO






Clica aqui para veres o funcionamento do olho humano





FORMAÇÃO DAS IMAGENS

A forma como se formam as imagens no olho humano tem alguma semelhança com as de uma máquina fotográfica. As imagens são projetadas na retina, sendo essas menores e invertidas em relação às originais.


DEFEITOS DA VISÃO

O olho humano pode apresentar quatro tipos de problemas de visão:

- hipermetropia
- presbiopia
- miopia
- astigmatismo

A Hipermetropia é a dificuldade em conseguir ver com clareza objetos que se encontram próximos de nós.  Costuma-se dizer que essa pessoa tem "falta de vista ao perto".
 
   Quem sofre de hipermetropia vê os objetos próximos desfocados pois a imagem forma-se depois da retina. A Hipermetropia pode dever-se a dois fatores:
  • A incapacidade do cristalino de se tornar mais convergente (mais curvo).
  • O facto de o olho ser mais pequeno do que o necessário para que a imagem se forme corretamente.

A Miopia é a dificuldade em conseguir ver nitidamente os objetos que se encontram longe de nós. Usualmente as pessoas costumam chamar a este problema "falta de vista ao longe".
 
   Quem sofre de Miopia vê os objetos que se encontram afastados muito desfocados pois a imagem forma-se antes da retina. A Miopia resulta da incapacidade do cristalino de se tornar menos convergente (menos curvo).



A Presbiopia, habitualmente designada de vista cansada, deve-se ao facto de o cristalino, com o avançar da idade, perder a capacidade de se tornar mais convergente (mais curvo) resultando na dificuldade em ver focados os objetos que estejam próximos de nós.




 O Astigmatismo deve-se a uma forma irregular da córnea. Os raios de luz são focados em diferentes pontos e a imagem formada não é nítida. Este problema é corrigido com lentes cilíndricas. Quem apresenta este defeito de visão também pode apresentar comulativamente miopia e/ou hipermetropia.





Bibliografia:





FENÓMENOS DA LUZ

Ao incidir sobre uma superfície que separa dois meios de propagação, a luz sofre algum, ou mais do que um, dos fenómenos a seguir:

REFLEXÃO REGULAR
A luz incide na superfície e retorna ao mesmo meio de forma regular, ou seja, os raios incidentes e refletidos são paralelos. Ocorre em superfícies metálicas bem polidas, como espelhos.

             

O ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão.

 REFLEXÃO DIFUSA
A luz incide sobre a superfície e volta ao mesmo meio, mas de forma irregular, ou seja, os raios incidentes são paralelos, mas os refletidos são irregulares. Ocorre em superfícies rugosas, e é responsável pela visibilidade dos objetos.

      

REFRAÇÃO
A luz incide e atravessa uma superfície, continuando a propagar-se no outro meio. Ambos os raios (incidentes e refratados) são paralelos, no entanto, os raios refratados seguem uma trajetória inclinada em relação aos incididos. Ocorre quando a superfície separa dois meios transparentes.

                                      
ABSORÇÃO
A luz incide na superfície, no entanto não é refletida e nem refratada, sendo absorvida pelo corpo, e aquecendo-o. Ocorre em corpos de superfície escura.

 










Bibliografia:
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Reflex%C3%A3o_(f%C3%ADsica)
- http://www.sofisica.com.br/conteudos/Otica/Fundamentos/luz2.php

LUZ - PROPAGAÇÃO

A luz é uma forma de energia que se propaga na forma de ondas eletromagnéticas, como as ondas de rádio, TV, microondas, Raios X, raios Gama, radar, infravermelhos, radiação ultravioleta e luz visível.

Uma das características das ondas eletromagnéticas é a sua velocidade de propagação, que no vácuo (vazio) tem o valor aproximadamente de 300 mil quilómetros por segundo.

A luz visível é a forma de energia radiante que atua nos nossos órgãos visuais e que produz a sensação da visão.

A luz propaga-se em linha reta e radialmente em todas as direções. A cada uma das direções retilíneas da luz damos o nome de raio luminoso, embora as fontes luminosas emitem feixes de raios luminosos.

Quanto ao modo de propagação, os feixes luminosos podem ser classificados em:




 
MEIOS DE PROPAGAÇÃO DA LUZ
Os diferentes meios materiais comportam-se de forma diferente ao serem atravessados pelos raios de luz, por isso são classificados em:

Meio transparente
É um meio óptico que permite a propagação regular da luz, ou seja, o observador vê um objeto com nitidez através do meio. Exemplos: ar, vidro comum, papel celofane, etc...
Meio translúcido
É um meio óptico que permite apenas uma propagação irregular da luz, ou seja, o observador vê o objeto através do meio, mas sem nitidez.
Meio opaco
É um meio óptico que não permite que a luz se propague, ou seja, não é possivel ver um objeto através do meio.




Bibliografia:

O OUVIDO HUMANO




Observa com atenção o vídeo que se segue, mostrando todas as partes e funcionamento do ouvido.


O ESPECTRO SONORO é o conjunto das frequências de vibração que podem ser produzidas por diversas fontes sonoras.
Encontra-se dividido em três zonas:

- Infra-sons
- Sons audíveis
- Ultra-sons

SONS AUDÍVEIS
São aqueles que o ser humano consegue ouvir,estando compreendidos entre os 20 HZ (os mais graves que os nossos ouvidos captam) e os 20.000 Hz (os mais agudos que os nossos ouvidos captam).
Os animais conseguem ouvir ainda mais grave e mais agudo que os humanos. Por exemplo, os cães ouvem entre os 15 Hz e os 50.000 Hz e os morcegos entre 1000 Hz e 120.000 Hz.

INFRA-SONS
São os sons com frequência inferior a 20 Hz. Estes sons não são captados pelos ouvidos humanos mas podem provocar náuseas e perturbações intestinais. Normalmente são captados pelos animais.
São exemplo destes sons, os produzidos pelos movimentos da crosta terrestre, em sismos ou erupções vulvânicas e que são apenas captados pelos sismógrafos.

ULTRA-SONS
São os sons com frequência superior a 20.000 Hz. Estes sons também não são captados pelo ouvido humano. Os ultra-sons têm grande utilidade em áreas como a medicina (ecografias), na pesca (sonar para encontrar cardumes), etc.
Alguns animais comunicam e orientam-se através de ultra-sons como é o caso dos golfinhos e dos morcegos.



Podes ainda ver aqui um episódio da série "O corpo humano" sobre o ouvido.





Bibiografia:

ONDAS SONORAS

O som, tal como a luz ou uma onda de rádio, propaga-se através de ondas. No caso das ondas sonoras, estas resultam de uma perturbação do meio material em que o som se está a propagar.
Não é possível visualizar as vibrações das partículas do meio material, mas podemos observar uma situação semelhante no que acontece na superfície da água de um lago quando lhe atiramos uma pedra. Neste caso, a onda propaga-se a partir do ponto onde foi lançada a pedra até à margem do lago.
Se observarmos atentamente o movimento da folha, verificamos que ela apenas sobe e desce com a ondulação da água e não se desloca.



As ondas que ocorrem à superfície do lago são ondas transversais e longitudinais. A onda propaga-se na horizontal (do local onde caiu a pedra até à margem), enquanto que as partículas de água vibram na vertical (sobem e descem como a folha). As partículas do meio transmitem energia umas às outras e não se deslocam, tal como podes observar no vídeo de simulação que se segue:


O mesmo acontece quando se faz vibrar uma mola, como a do vídeo seguinte:


 Assim, ondas longitudinais são aquelas em que a vibração ocorre na mesma direção do movimento e ondas longitudinais são aquelas em que a vibração é perpendicular à direção da propagação da onda.

 Podes utilizar um simulador de ondas numa corda fazendo o download no endereço em baixo. Depois de descarregares o ficheiro, clica sobre o icone do ficheiro com o botão direito e seleciona a opção "Abrir com...»Java (TM) Platform".







Bibliografia: